domingo, 22 de abril de 2012

Cabral descobriu o que não estava coberto nem perdido


                  Cabral descobriu o que não estava coberto nem perdido.
         

          Alguém passeando em uma floresta; se deparou com um jabuti que caminhava lento e tranqüilo pela mata tão familiar. Numa animação incontida, alguém gritou-achei um jabuti, para marcar seu feito. Um tanto assustado o bicho puxou sua cabeça para dentro do casco e se pudesse falar diria-achou uma droga, pois eu não estou perdido.
         Não comparando o índio ao jabuti, mas foi assim que o europeu gritou ao mundo “descobri”; para falar de uma terra, bem antes habitada, por diversos povos com vida e cultura própria, em terreno tão ou mais antigo que o europeu. Deu-se o nome de descobrimento à ocupação feita a ferro e fogo, dizimando milhares de povos com as “guerras justas” e doenças de branco. Brasil descoberto. Índio massacrado.
        Que todos os dias seja o dia do índio e que o Brasil se descubra como um país forte, gigante sem grandes problemas sociais

segunda-feira, 16 de abril de 2012

NARA ANTIGA CAPITAL JAPONESA

















È UMA DAS CIDADES HISTÓRICAS DO JAPÃO.HÁ CERCA DE 1300 ANOS FOI CAPITAL DO JAPÃO .HOJE É UM CENTRO POLÍTICO, ECONÔMICO E CULTURAL.CARACTERIZADA PELOS INÚMEROS TEMPLOS E PELOS PARQUES DE CERVOS, CONSIDERADOS SAGRADOS.AO VISITAR NARA SENTI SAUDADE DE UM MUNDO QUE EU NÃO VIVI.É TUDO MUITO ENCANTADOR, MISTERIOSO E SAGRADO.IMAGINO QUANTOS FATOS ALEGRES E TRISTES SE PASSARAM NESSES CAMINHOS, TEMPLOS E CASTELOS.O MELHOR DE TUDO É O CUIDADO QUE O JAPÃO TEM EM MANTER A SUA CULTURA.É UMA MISTURA DE TECNOLOGIA E TRADICIONAL

sábado, 14 de abril de 2012

Nas asas da música o meu pensamento.Essa ligação é muito forte entre a música e os meus momentos.Enquanto ávida leio a história de Hamsés II, o grande faraó; meus olhos pousam e se encantam com as plantações de arroz, que balançam ao vento como ondas verdejantes, cercadas pelas majestosas montanhas que se agigantam quando dela nos aproximamos, desvendando lentamente o seu mistério.Meu olhar se divide entre o livro e a paisagem, tão rotineira, mas desconhecida para alguém que todos os dias passa no mesmo lugar e não o vê.Agradavelmente a música e a leitura tornam uma viagem tão cansativa em momentos proveitosos.
Distante daquele lugar, em outro momento, ouço a mesma música e me vem à memoria o grande faraó, as ondas de arroz e as sinistras e gigantes montanhas.Como sempre falo a música faz parte das minhas memórias           

terça-feira, 20 de março de 2012

                         Chegou a primavera

        Com ela tudo brota.A vida renasce

segunda-feira, 12 de março de 2012

                                   Um Ano
               O tempo não para.É veloz.Os dias passam amenizando a dor, solucionado os problemas dando lugar a outros."Parece que foi ontem" mas um ano já passou depois do fatídico 11 de março de 2011.
                Está viva na memória dos japoneses e estrangeiros que vivem no Japão, ainda que longe da área atingida pelo jishin (terremoto) seguido de tsunami,o horror daquele dia.
               Ontem foi um dia de homenagens, orações e esperança de que o japão realmente faça juz ao seu conceito de país organizado.Agilize o muito que ainda tem para fazer e se prepare melhor para diminuir o sofrimento nos desastres que ainda estarão por vir.

sábado, 10 de março de 2012

        Angústia

Peito oprimido ar cansado.
Jeito de quem quer desistir da vida.
O sol lá fora se estende no horizonte                                                    como uma cortina de luz enchendo de dourado.
Vinte e cinco graus.
Não vejo.
Percebo apenas o cinza do meu ser.
Espectro negro da opressão.
Falar o que não sente
Pra não contagiar os presentes                                                         com este enorme anoitecer.
São momentos breves porque sendo eternos dilapidariam a alma
Numa grande depressão.
São momentos angustiantes,
Mas que tornam inebriantes
Outros que lavam a alma como chuva de verão.
É o verso do reverso
O ser do não ser
É tudo que não deve ter.

   Ana Lúcia Tanaka 5/05/2006

quarta-feira, 7 de março de 2012


 
Carrego comigo uma grande admiração  pelo japão.
pelo acolhimento, organização,capacidade de sair dos escombros.Quanta coisa que aprendi nesse país.
Entretanto vejo que sou cada vez mais brasileira , paraense e marajoara.
É enorme a minha vontade de mostrar para todos deste lado de cá, as coisas boas que o Brasil tem,esquecendo o futebol e samba é claro, porque isso todo mundo sabe.Tenho usado muito o trabalho do Fabio   gonçalves Cavalcante.Acredito que realizarei um belo trabalho com o disco disponibilizado por ele Movimento de roda de Carimbó.