Disciplina até nas diversões
Como uma brasileira acostumada a lutar por um espaço em qualquer evento; sem lugar pré determinado e com muita gente; sinto ainda ;depois de tantos anos no Japão,uma certa admiração pela organização.Estive novamente na Disney de Tokyo com os meus alunos e pude verificar mais uma vez quanto é importante a organização.Todos sabem exatamente que horas vai acontecer cada evento;que são muitos,marcar seu lugar e ter a certeza de que ninguem vai se apossar dele, nem você poderá atrapalhar a quem está atrás.Uma das vezes em que fui à disney,estava com problemas no joelho e não podia sentar do jeito japonês.Nem por isso tive o direito de ficar em pé assistindo ao desfile, porém um dos diversos jovens que fazem parte da organização me levou para um espaço onde estavam os deficientes físicos e lá pude ficar sentada em um banco sem incomodar ninguem.De início relutei mas depois vi que era a melhor opção.Assim assisti ao desfile maravilhoso, o gravei para a minha neta e não prejudiquei ninguem.Disciplina e organização fazem realmente a diferença
gosto da vida e ela gosta de mim.Amo todas as pessoas que me amam. Mas não tenho raiva de quem não gosta de mim.Estou no oriente mas na verdade eu sou muito ocidental.Meu amor é eterno irá comigo além do infinito
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
FAZENDO SOUJI
OS BONS COSTUMES GARANTEM A SOBREVIVÊNCIA
É claro que não bastará ao Nihon ordem e bons costumes para garantir a sua sobrevivência.Muitos outros fatores naturais, como tectonismo de placas, tufões (taifu) nas monções de verão,afetam diretamente este país.Entretanto a organização, a disciplina, são fatores de grande importância na sociedade japonesa, que poderão impedir ou diminuir os problemas ambientais. O serviço de lixo seletivos em mais ou menos sete categorias garantem o aproveitamento ou o tratamento dos restos deixados por nós humanos com menores problemas ao meio ambiente.O Hábito de não sujar é outro fator importante.O Japoneses não limpam muito, mas também não sujam tanto.Quase não se vê serviço de limpeza de ruas. As frentes das casas ou lojas e repartições são limpas pelos moradores ou funcionário.Não quero correr o risco de dizer que todos fazem, visto que em alguns momentos nas minhas viagens de trens tenho visto alguns jovens deixando para trás pacotes de biscoitos ou latinha dos diversos sucos, chá ou refrigerantes que existem por aqui,é realmente muito raro, mas bem mais do que na época que aqui cheguei.
Nós brasileiros temos que no integrar aos costumes. Em uma bela e fria manhã de fim de outono,fomos fazer a nossa parte.Nossos alunos fizeram com muita animação a limpeza de um quarteirão de duas ruas que ladeiam a nossa escola.Foi um momento muito especial, até porque todos já tem o costume de fazer o souji (faxina) de suas salas de aula.São coisas boas que podem ser seguidas por muitos países especialmente os mais pobres.Infelizmente isso poderá levar ao fim o trabalho de gari.
É claro que não bastará ao Nihon ordem e bons costumes para garantir a sua sobrevivência.Muitos outros fatores naturais, como tectonismo de placas, tufões (taifu) nas monções de verão,afetam diretamente este país.Entretanto a organização, a disciplina, são fatores de grande importância na sociedade japonesa, que poderão impedir ou diminuir os problemas ambientais. O serviço de lixo seletivos em mais ou menos sete categorias garantem o aproveitamento ou o tratamento dos restos deixados por nós humanos com menores problemas ao meio ambiente.O Hábito de não sujar é outro fator importante.O Japoneses não limpam muito, mas também não sujam tanto.Quase não se vê serviço de limpeza de ruas. As frentes das casas ou lojas e repartições são limpas pelos moradores ou funcionário.Não quero correr o risco de dizer que todos fazem, visto que em alguns momentos nas minhas viagens de trens tenho visto alguns jovens deixando para trás pacotes de biscoitos ou latinha dos diversos sucos, chá ou refrigerantes que existem por aqui,é realmente muito raro, mas bem mais do que na época que aqui cheguei.
Nós brasileiros temos que no integrar aos costumes. Em uma bela e fria manhã de fim de outono,fomos fazer a nossa parte.Nossos alunos fizeram com muita animação a limpeza de um quarteirão de duas ruas que ladeiam a nossa escola.Foi um momento muito especial, até porque todos já tem o costume de fazer o souji (faxina) de suas salas de aula.São coisas boas que podem ser seguidas por muitos países especialmente os mais pobres.Infelizmente isso poderá levar ao fim o trabalho de gari.
sábado, 10 de dezembro de 2011
O OUTONO TEM SUA BELEZA
Realmente gosto da primavera, mas o outono também tem sua beleza.É nostálgico, ver as folhas caindo, o chão repleto de flores como se fosse um tapete à espera de quem queira caminhar ou correr .A chuva oferece um belo espetáculo ao mesmo tempo que limpa as ruas, aumenta as águas dos rios e diminui a sensação térmica ainda forte pelo verão escaldante, que acabou ficando para trás; como ficará o outono, com a chegada do inverno e deste com entrada da primavera.Assim as estações passam em ciclos que se sucedem ano após ano e todos nós vamos com ele passando.É o rítmo da vida implacavelmente certa.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
vida em quatro tempos
na primavera passei por essa rua e vi muitas flores;um colorido que ia do branco ao rosa pálido e estourava no roxo.Alguns meses depois lá ia eu caminhando na mesma rua.Algumas flores ainda estavam lá mas o verde se acentuava embalado pelo canto desafinado das cigarras.
De volta no outono vejo um amarelo mesclado de vermelho e a calçada enfeitada com tantas folhas caídas como se fora um belo tapete.
Ainda não chegou o inverno mas sei o que vou encontrar nessa mesma rua; árvores sem folhas em sono profundo parecendo cadáveres vegetais, para aguentar o frio e o vento das monções que dói até na alma.
Interessante que em todos os quatro tempos até naquele que ainda não passei vejo e com certeza verei, gente sempre apressada, sem perceber essas oferendas que a natureza nos faz
na primavera passei por essa rua e vi muitas flores;um colorido que ia do branco ao rosa pálido e estourava no roxo.Alguns meses depois lá ia eu caminhando na mesma rua.Algumas flores ainda estavam lá mas o verde se acentuava embalado pelo canto desafinado das cigarras.
De volta no outono vejo um amarelo mesclado de vermelho e a calçada enfeitada com tantas folhas caídas como se fora um belo tapete.
Ainda não chegou o inverno mas sei o que vou encontrar nessa mesma rua; árvores sem folhas em sono profundo parecendo cadáveres vegetais, para aguentar o frio e o vento das monções que dói até na alma.
Interessante que em todos os quatro tempos até naquele que ainda não passei vejo e com certeza verei, gente sempre apressada, sem perceber essas oferendas que a natureza nos faz
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
MENSAGEM DE PAZ
MENSAGEM DE UMA CRIANÇA.
No Parque da Paz de Hiroshima, encontra-se um memorial em homenagem a uma menina sadako Sassaki, vítima de leucemia 10 anos após a explosão das bombas atômicas que atingiram o Japão.Sadako que tinha aproximadamente dois anos não morreu na explosão, mas foi banhada pela chuva negra radioativa, quando fugia com sua família.Aos 12 anos tinha sonhos de ser uma grande atleta mas foi vitimada assim como muitas outras crianças no Japão,por leucemia, consequencia da radioatividade.
Cheia de determinação começou a fazer tsurus após a visita de uma amiga que a presenteou com papel de origamis dizendo que se conseguisse fazer mil pássaros da vida e fizesse o mesmo pedido cada vez que terminasse um, o pássaro que vive mil anos atenderia seu pedido.Porém a doença foi mais rápida e Sadako conseguiu fazer apenas 964 pássaros da vida até a data de 25 de outubro de 1955 da sua morte.Mas o interessante que nas asas de cada pássaro estava a palavra paz.Antes de seu enterro seu colegas terminaram os 36 pássaros que faltavam.
Em homenagem a Sadako, crianças de milhares de escola japonesa e de mais 9 países, resolveram fundar um clube e construir a torre dos tsurus inaugurada a 3 de maio de 1958 no Parque da Paz em Hiroshima.
É um espetáculo emocionante e belo, ver milhares de tsurus do Japão e do mundo inteiro rodeando a torre e nas barracas construídas ao redor do monumento.É um apelo ao fim de conflitos que atingem milhares de crianças que poderiam estar vivendo a alegria da infância.
Na base da torre que representa o monte Horai uma montanha lendária do paraíso, está escrito" Este é o nosso grito esta é a nossa oração PAZ NO MUNDO.
SERIA MARAVILHOSO SE A MENSAGEM DE SADAKO E DE MILHARES DE CRIANÇAS PUDESSE SER REALMENTE OUVIDA E RESPEITADA NO MUNDO INTEIRO.
domingo, 7 de agosto de 2011


HIROSHIMA
Observando a paisagem de Hiroshima é difícil imaginar o horror de 66 anos atrás.A estupidez humana.A luta pelo poder. A beleza destrutiva do gigante cogumelo abria as portas para o equilíbrio do terror que norteou a guerra fria.Realmente algo inimaginável se apenas obervarmos hoje, as ruas calmas , a tranquilidade das águas do rio marcado pela bomba e ordem que caracteriza as cidades japonesas.Basta olhar a cúpula Genbaku (cúpula da bomba ) para termos consciência da ação norte americana sobre Hiroshima.
A pesar da cidade estar reerguida, os japoneses não deixam esquecer.No museu da bomba tudo nos leva ao sofrimento deixado pelo enola gay com a sua little boy ; fotos, figuras de cera reproduzindo o sofrimento atroz.Tudo muito angustiante como se estivessemos realmente lá ouvindo as vozes, os gritos desesparados sem saber exatamente o havia acontecido.
Esperamos que roda essa funesta arma fique na história mas não se repita nunca mais
A pesar da cidade estar reerguida, os japoneses não deixam esquecer.No museu da bomba tudo nos leva ao sofrimento deixado pelo enola gay com a sua little boy ; fotos, figuras de cera reproduzindo o sofrimento atroz.Tudo muito angustiante como se estivessemos realmente lá ouvindo as vozes, os gritos desesparados sem saber exatamente o havia acontecido.
Esperamos que roda essa funesta arma fique na história mas não se repita nunca mais
sábado, 23 de julho de 2011
espetáculo na ilha de Toba- catando ostraRacionamento e mistura cultural
Estamos em pleno verão no hemisfério norte.O Sol é abrasador, ar asfixiante e muita proposta de diversão.Com todo o calor temos que manter o ar em 36º para impedir o racionamento de energia.De início foi uma reclamação geral especialmente dos brasileiros, mas aos poucos a vontade de ajudar foi ganhando adeptos e não sei se aceitação mas o sacrifíco está sendo executado especialmente nas escolas brasileira é claro, visto que as escolas japonesas não usam ar condicionado nas salas de aula que são amplas e arejadas
enquanto os japoneses encobrem o corpo ao máximo que podem para proteger do sol, os brasileiros tiram a roupa, provocando um atrito de cultura que aos poucos vai sendo aceito pelo povo nativo e em caso bem limitado até imitado.O medo do sol é algo interessante a observar entre os japoneses.No inverno especialmente as jovens usam saias curtíssima mostranto as grossas pernas avermelhadas pelo frio.No verão encobrem o corpo, usam saias sobre calças jeans luvas ou braçadeiras para proteger do sol.É o medo de ficar preta ou de adquirir qualquer doença pela exposição solar.
Ainda esta semana estava a conversar com uma jovem brasileira um pouco morena, que me mostrava o estojo de maquiagem.Um costume adquirido das japonesas de se maquiar nos ônibus trens ou outros lugares públicos.Observei que a base era muito branca para a pele dela que me justificou usar protetor solar que deixa a pele clara, então usa a base branca para acompanhar.Acredito que isso seja uma tentativa de ficar um pouco mais branquinha contrário ao que suas origens etnicas lhe atribuíram.Isso já é uma influência nipônica sobre uma brasileirinha que tem a maior parte dos seus 17 anos vividos no Nihon.Curiosamente no Brasil ela será considerada japinha e no Japão brasileira.
Dessa forma vamos vivendo nesse país acolhedor mas com cultura muita diferente da nossa.
domingo, 3 de julho de 2011
Uma jovem centenária


Uma jovem centenária.
Chegar aos 100 anos com muita vitalidade, ar interiorano, mas com tudo a oferecer aos estrangeiros que a visitam ou que nela moram.É a jovem Hamamatsu que não é tão jovem assim,visto já existir a alguns mil anos dos quais apenas 100 foi considerada aficialmente como uma cidade .
Pertencente a província de shisuoka, recentemente foi a ela anexada mais 12 cidades, localizada na ilha de Honsho a maior das quatro grande ilhas que formam o arquipélago japonês.Hama como é conhecida abriga a maior população de brasileiros no Japão, "os brazucas" como são chamados os verde amarelos, que ultrapassam à casa de 14000 habitantes e que já foram muito mais, visto que a crise de 2008 e a ameça de terremoto levaram de volta muitos para o Brasil.
Moro em Toyohahsi que faz parte da província de Aichi vizinha de Shizuoka, tive Hamamatsu como local de trabalho visto que nela está uma das unidades das escola brasileira que leciono e gosto de vistá-la pelo seu encanto alegria , gosto pela música e aconchego para com os brasileiros que se juntam aos finais de semana em torno estação ferroviária.Tanto é grande a presença de brasileiros que torna-se comum ver placas indicativas escritas em português, dando-nos a impressão de estar no Brasil.Há alguns poucos anos atrás havia uma placa no centro da cidade dizendo não pode atravessar com a penas um s de acordo com a regra da língua japonesa que não tem s dobrado.Hoje esta placa está corrigida.
A presença de brasileiros é justificada pela oferta de empregos, uma vez que é o 7º maior pólo industrial do japão, crescendo desde a era Meiji.Na 2ª Guerra Mundial sofreu muitos bombardeios embora não tão destruidores quantos aos aplicados em Hiroshima e Nagazaki mas que deixaram Hamamatsu muito arrasada .Foi necessário muita luta e disposição para alavancar novo desenvolvimento pós guerra conhecido como "o milagre japonês",um pouco comum em um país que consegue se erguer das cinzas como o que está acontecendo atualmente após o terremoto seguido de tsunami no nordeste do país.É claro que vários fatores se juntaram à força de uma população tão ordeira e nacionalista, e de um empresariado disposto a vencer.Foi fundamental, ainda que por interesse, a ajuda americana, a aplicação de um dinheiro antes gasto em guerras na educação, ao método Toyota que embora mecanize o trabalhador, garante a pronta entrega e qualidade do produto permitindo a sua valorização e credibilidade no mercado internacional.Hamamatsu teve sua participação através da indústria têxtil, instrumento musical (yamaha) e produção de moto Honda tão necessário na época do racionamento de combustível pós guerra.
A presença de brasileiros é justificada pela oferta de empregos, uma vez que é o 7º maior pólo industrial do japão, crescendo desde a era Meiji.Na 2ª Guerra Mundial sofreu muitos bombardeios embora não tão destruidores quantos aos aplicados em Hiroshima e Nagazaki mas que deixaram Hamamatsu muito arrasada .Foi necessário muita luta e disposição para alavancar novo desenvolvimento pós guerra conhecido como "o milagre japonês",um pouco comum em um país que consegue se erguer das cinzas como o que está acontecendo atualmente após o terremoto seguido de tsunami no nordeste do país.É claro que vários fatores se juntaram à força de uma população tão ordeira e nacionalista, e de um empresariado disposto a vencer.Foi fundamental, ainda que por interesse, a ajuda americana, a aplicação de um dinheiro antes gasto em guerras na educação, ao método Toyota que embora mecanize o trabalhador, garante a pronta entrega e qualidade do produto permitindo a sua valorização e credibilidade no mercado internacional.Hamamatsu teve sua participação através da indústria têxtil, instrumento musical (yamaha) e produção de moto Honda tão necessário na época do racionamento de combustível pós guerra.
Esta cidade que dia 1º de julho completou 100 anos não tem facilidade apenas em aceitar aos estrangeiros em especial nós brasileiors, mas muita beleza para ser apreciada como o que se vê em torno do lago hamanako e do rio Tenryu.
Parabéns Hamamatsu ,vida longa que possas vencer os perigos naturais como o devastador Tokai jishin qua a ameaça
sábado, 30 de abril de 2011

Maio! mais um iassumi (férias)chegando e o Japão se recuperando de tanta devastação.É estranho lembrar quantas crianças ficaram sem pais e quantos pais ficaram sem filhos, quantos irmãos sem suas irmãs e quantos meninos sem o seu melhor amigo.Tanta coisa devastada tantos sonhos interrompidos.Mas o Golden Week chegou, não sei se com tanta euforia como todos os anos em um país que adora viajar, onde os parques de diversão e os restaurantes se espalham por tantos cantos dessa terra exuberante na primavera.O que sei é que não vi a cerejeira se abrir, quando me dei conta, as flores estavam caindo e as arvores se tingiam de verde com o aparecimento das folhas.Pela primeira vez em muitos anos aqui no japão, não saí para ver o hanami, Admirar os japoneses, fazendo churrasco, em baixo do sakura (cerejeira) esperando quem sabe uma pétala cair como sinônimo de sorte.
O tempo corre estranho ainda muito frio para para um meado de primavera Com certeza o japão chora com tanta dor
O tempo corre estranho ainda muito frio para para um meado de primavera Com certeza o japão chora com tanta dor
domingo, 24 de abril de 2011

Depois de longo afastamento, aqui estou saindo da letargia dos últimos acontecimentos.
Viver em uma terra cercada por placas tectônicas é como arriscar a vida todos os dias, mas quem não o faz? A vida por si já um grande risco. Se olharmos, por certo ângulo mais complacente, diremos que viver é um grande milagre, um grande presente. Na verdade ninguém poderá afirmar ou determinar por quanto tempo ainda estará nessa dimensão. Um terremoto, uma bala perdida, um ato insano tudo poderá ser agente executor do fim à vida, tão jovem, madura, ainda não ou bastante vivida.
O terremoto (jishin) de certa forma atingiu a todos no Japão. Uns de maneira tão violenta, outros menos, mas também muito angustiante gerando ações impensadas desde correr aos supermercados para comprar quanto pudesse de água e outros víveres mesmo não vivendo na área atingida pelo tsunami ou entrar em uma agencia de viagem e marcar seu, ou de um ente querido o retorno antecipado ao Brasil. Pensei que fosse reviver aquilo que em 2008 chamei de “O cotidiano da despedida”. Mesmo em grau menor os brasileiros no Japão separaram a família; filhos vão, pais ficam, ou apenas o pai visto que algumas mães acompanharam seus filhos menores. Resta esperar que as placas, percam lentamente a energia acumulada que ainda resta e retorne à sua posição sem grandes efeitos para a litosfera terrestre habitada por nós frágeis humanos.
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